Saturday, March 26, 2005

Luminocity e Cairo

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Não deixem de ver o link abaixo (em particular os vídeos). É surpreendente!

http://www.gnome.org/~seth/blog/xshots

Using subclipse in Linux?

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I made a mistake of installing Subclipse plug-in for Eclipse (in order to use a Subversion repository), but didn't install the JavaHL native bindings for Linux (only Windows ones are provided in Subclipse package) or the java bindings JavaSVN. After noticing that it would require a subversion compilation to have the JavaHL bindings, I decided to install the JavaSVN bindings, which is a plugin for Eclipse. Now Subclipse works perfectly and I no longer get the error messages when doing some operations such as when committing!

Unfortunately there is no Debian package for JavaHL yet. I sent Subversion debian package maintainer an email about it and I hope we may have this native binding available for Linux really soon. Until then, don't forget this tip: install JavaSVN or compile your JavaHL bindings.

Friday, March 25, 2005

Finalmente Adobe Reader 7 para Linux

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Finalmente temos para Linux um Adobe Reader mais novo. Até então só tinhamos a versão 5 e as demais versões livres funcionavam bem, mas certamente não tão bem quanto o próprio leitor da Adobe. Veja a notícia que saiu no Slashdot a respeito aqui:


Adobe Reader 7.0 Coming to Linux

Sometimes_Rational writes "There is now one less thing for Windows and Mac users to point to when claiming desktop usability superiority. While not officially listed in Adobe's download page, you can get Adobe Reader 7.0 for Linux from the company's FTP server according to this article at The Inquirer , which also has a review. The upshot is that Reader 7.0 for Linux is as bloated as its Windows and Mac siblings, but it loads much faster and is more useable than version 5. I imagine that this will get loads of comments about how Reader for Linux headed downhill after version 4. Or was it 3?"


Se estiver a fim de experimentá-lo, baixe os 40Mb do leitor no ftp da Adobe.

Thursday, March 24, 2005

Apache + PHP: Firefox trying to download a PHTML?

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Tip: try to clean your firefox cache.

In my case, with other browsers and also accessing the URL as "/index.php" worked properly, but "/" didn't. It turned out to be the cached files and the Firefox, for some reason, kept all the time time using the cached php output without even performing a new HTTP request. Be careful when configuring Apache and using Firefox in this case, it doesn't invalidate the cache contents in a proper way.

Monday, March 21, 2005

Karamba!

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Hoje conheci e instalei um recurso extremamente interessante do KDE que se chama Karamba! Ele permite que você instale temas no seu desktop, que podem inclusive rodar aplicações. O resultado é incrível com as possibilidades que você tem, tornado o seu desktop muito mais atraente. Aqui segue o link para você conhecer mais.

Também conheci hoje um novo recurso que me deixa mais fã do KDE: a personalização dos menus do Konqueror (que é o browser e gerenciador de arquivos do KDE, assim como o IE no Windows). Eu queria ter um menu que permitisse que eu, assim como se faz no Windows com o Winamp, pudesse pedir para tocar um diretório inteiro no XMMS. É muito simples criar um menu customizado para mim (ou até para todos os usuários), basta criar um arquivo do tipo desktop em um diretório de "service menus" customizado. Assim, você pode criar os menus que quiser, dentro do contexto em que fizer sentido (no meu caso, arquivos de áudio). Aprendi esse recurso com o Enqueue-And-Play-with-XMMS que achei no ótimo site do KDE Look. Olhando os arquivos me pareceu bastante fácil criar novos service menus, mas também achei um tutorial no http://developer.kde.org que detalha um pouco mais.

Depois dos recursos do KDE Kiosk as descobertas de hoje me surpreenderam com relação ao KDE. É impressionante como um design elegante torna um sistema interessante, fácil e muito poderoso para ser customizado e expandido, diferentemente de outros sistemas por aí que conseguem criar um design completamente bagunçado para algumas coisas simples como service menus.

Saturday, March 19, 2005

Trote na USP

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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1903200503.htm

Se há uma instituição que deveria, por sua própria natureza, combater sem tréguas toda forma de ritual primitivo prejudicial a indivíduos, ela é a universidade. Nesse contexto, surpreende a persistência dos trotes aos calouros, uma modalidade totalmente anacrônica e inaceitável de receber os primeiranistas.
Nesta semana, calouros da Faculdade de Direito da USP foram submetidos a trote violento. Veteranos compeliram ingressantes a beber cachaça e a ingerir pimenta e os forçaram a tomar banho no chafariz da praça da Sé. Embora o episódio não tenha tido conseqüências trágicas, como o trote na Faculdade de Medicina da USP em 1999, que resultou na morte do estudante Edison Hsueh, ele é inadmissível. Não se pode apenas por capricho constranger alguém a fazer o que não deseja. E parece especialmente impróprio que estudantes de direito se dediquem a ferir direitos de colegas estudantes.
Não se contesta, é claro, que os alunos que entram devam ser recepcionados pelos que já estão no curso. É importante, porém, que sejam tratados dentro dos limites da dignidade e do respeito. Os calouros têm exatamente os mesmos direitos que seus colegas mais velhos.
Também impressiona a forma como o instituto do trote violento resiste às tentativas para erradicá-lo. Após a tragédia de 1999, autoridades universitárias redobraram, pelo menos retoricamente, seus esforços para cercear a violência. A Assembléia Legislativa paulista chegou a aprovar lei proscrevendo a prática. Ainda assim, por vezes, ela reaparece.
É preciso, pois, insistir com mais ênfase na repressão a esse hábito. O trote humilhante e violento representa algo que uma universidade comprometida com o primado da razão tem obrigação de combater.

Profissão? Sem-terra!

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http://www.comsalomao.com.br/entrerisos/entrerisos.asp?txt=semterra

Profissão? Sem-terra!

Dona Samara Azevedo manda perguntar:

- Qual o seu nome?

- Severino.

- Qual a sua profissão?

- Sou sem-terra.

- Mas... Sem-terra é profissão?

- Há bem mais de um ano.

- É rentável?

- Não tenho o que reclamar: não se paga imposto, não há relógio-ponto e nem patrão pra chatear.

- E o que você faz no seu trabalho?

- Armo esta tenda de plástico preto, onde finjo que vivo nas terras dos outros. Dou entrevistas e sento no banquinho, com cara de agricultor frustrado, o dia todo.

- E a comida?

- Ganho seguro-comida.

- E a roupa?

- Ganho seguro-roupa.

- E remédios?

- Ganho seguro-médico.

- Tem família?

- Claro!

- E como a sustenta?

- Renda mínima, bolsa-escola, auxílio-gás,vale-transporte, fome zero, seguro-gravidez, seguro-filho, seguro-pobreza,seguro-escola.

- Mas, o que você que pretende?

- Meus direitos trabalhistas.

- Como assim?

- FGTS, INSS, décimo terceiro,seguro-desemprego, férias remuneradas e, claro, carteira assinada.

- E depois?

- Ora, aposentadoria por invalidez! Sabe,sentar neste banquinho, de pernas cruzadas, com cara de infelicidade, desgasta a espinhela. Tem gente aqui que, após 5 anos, de tanto ficar sentado, virou um bagaço.

- É uma profissão sacrificante?

- Sem dúvida alguma!

- Algum recado?

- Ah, sim. Às autoridades e às comissões de direitos humanos: queremos computador e um colchão de espuma na cama.

- Como?

- Queremos aparelho de som, DVD, forno microondas, ar condicionado e televisão.

- Algum outro recado?

- É. Aos otários, quero dizer, aos contribuintes: continuem trabalhando, pagando seus impostos e nos sustentando com seus salários. A luta continua, companheiros!

Monday, March 07, 2005

"Mar Adentro"

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"Mar Adentro" é um belíssimo filme que não poderia passar sem um registro enquanto a memória dele está fresca. Devo listá-lo entre os que mais me emocionaram e acredito que a maior parte da platéia teve os seus olhos molhados em diversos momentos do filme.

O longa trata fundamentalmente da questão da eutanásia (no caso a ativa, que é provacada por uma ação), em que o protagonista Rámon, depois de passar mais de duas décadas vivendo - ou não vivendo, como ele diria - em uma cama, resolve ter uma morte digita, legalmente autorizada pelo governo do seu país, a Espanha. Ao longo dessa luta jurídica, o diretor mostra-nos, brilhantemente, a vida de Rámon no sio da sua família, sendo amparado, com muito amor pela sua cunhada, sobrinho e amigos diversos que ele ainda mantém, mesmo com a sua vida reclusa. Ele recusa a aceitar-se como um tretaplégico e, por isso, não sai da cama, sendo que obviamente todos os cuidados são tomados para evitar consequências da sua permanência por muito tempo na mesma posição.

Por esse motivo, boa parte da história passa-se no seu quarto, com lindas lembranças e "viagens" do protagonista. Essas viagens levam-no, votando na sua imaginação, ao encontro do mar, que o marcou - desde a época em que era marinheiro até quando quebrou o pescoço em um mergulho distraído, além de levá-lo ao encontro de situações que desejava viver (como quando se apaixona pela advogada Júlia). É ela que, voluntariamente lidera a busca de Rámon pela sua liberdade de não mais usufruir do seu direito - a sociedade trata como um dever - de vida. Surpreendentemente, mas não por acaso, Júlia sofre de uma doença degenerativa que a coloca em uma situação (ou pelo menos na perspectiva de uma situação) parecida com a de Rámon. Ao coletar informações sobre o seu cliente, ela ajuda a conduzir a história de Rámon e a nos sensibilizar fortemente em todo esse processo.

Com um papel forte na história, Rosa, uma operária de fábrica, aprender a amar e descobre melhor o que é o amor através do seu contato com Rámon. Eles iniciam esse relacionamento de amizade (por parte dele) e amor (por parte dela) através da curiosidade de conhecê-lo ao vê-lo na TV.

O filme mostra muitas facetas de uma situação dessas:
  • A sociedade e pessoas próximas (como o irmão de Rámon) que, numa atitude ou impensada ou egoísta, não aceita a possibilidade da eutanásia. O lado egoísta manifesta-se no medo de perder a pessoa, sem enxergar o desejo dela. O lado da sociedade - completamente estúpida - é que a pessoa não tem direito ao corpo e que a sua vida não é de fato sua, mas de Deus ou de alguém outro. A conversa entre Rámon e o padre tetraplégico deixa isso muito claro.

  • Pessoas que não aceitam esse fato mas que, ao conhecerem melhor a situação e aprenderem a gostar de Rámon, mudam de idéia e o apóiam.

  • Pessoas que aceitam desde o início a sua vontade, como a sua cunhada e amigos.
O tema morte nunca é muito resolvido e não sabemos lidar muito bem com ele, em particular quando uma pessoa deseja antecipá-la. Não deveria ser tão impressionante já que todos encontrá-la-ão.

Uma das grandes facetas do filme também acontece com relação à Júlia. ela deseja, assim que sabe da gravidade da sua doença degenerativa, encerrar a sua vida ajudando primeiramente Rámon nesse intento. Ela sabia que não teria uma vida digna num futuro próximo caso as expectativas se confirmassem. Entretanto, quando chegou o momento marcado com Rámon - da publicação do seu livro de poesias com o intuito de ajudar na sua causa - ela desiste enviando uma carta a Rámon. Mais para o final do filme mostram-na em uma situação em que não se recorda mais de Rámon, em função da sua doença. Claramente esse fato, entre outros, mostram-na sofrendo as consequências de ter escolhido a continuidade da sua vida.

Muito boa sacada no filme foi a colocação do contraponto da morte, o nascimento de uma nova vida, cheia de alegria e furor. Os dois sempre convivem juntos (e durante o filme a história do nascimento acontece em paralelo) e um, na verdade, é continuação do outro.

Por fim, com a ajuda de Rosa, Rámon prepara o momento da sua morte, previsa pelos familiares no momento da sua mudança de casa. Os amigos, um a um, com a contribuição de pequenas doses de cianureto de potássio, auxiliam-no na montagem do líquido que o liberará do sofrimento.

O filme se desenrola na Galícia e é curiosíssimo o espanhol deles repleto de influência portuguesas.

A história é linda e artisticamente muito bem trabalhada pelos atores e pelo seu diretor. Um filme brilhante que, apesar de eu não conhecer os demais concorrentes seus para o Oscar de melhor filme estrangeiro, mostrou-se a altura de um grande prêmio.

Friday, March 04, 2005

More taxes for Brits

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Saiu hoje no Slashdot mais uma notícia esperada dada a política do "welfare state" do governo britânico nas últimas décadas: mais impostos. Agora a notícia é para a substituição do - pasmém - imposto para quem possui televisão em casa por um novo tributo para quem possuir um computador pessoal em casa. Como disse bem no artigo do Slashdot, esperemos que não seja por computador, senão aqueles com diversos computadores antigos empilhados em casa serão surpreendidos.

Mais pode ser visto na reportagem original do Times Online.

Que o governo daqui não veja essa notícia...

Thursday, March 03, 2005

Acordes Finais do Romantismo

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Uma dica para quem quiser ouvir um pouco de música erudita nessa sexta-feira, dia 04/03/2005. Do site do Sesc São Paulo:

OS ACORDES FINAIS DO ROMANTISMO
Projeto que apresenta, por meio de concertos, a grande diversidade de compositores e estilos, contemplando o Romantismo e seu apogeu nas proximidades do ano de 1900.

Rosana Lamosa, Fernando Portari e Roberto Tibiriça
Concerto inaugural com a soprano Rosana Lamosa, o tenor e o pianista Fernando Portari, e o maestro Roberto Tibiriça, apresentando obras de P. Mascagni, R. Strauss, Leoncavallo, Charpentier, Rachmaninoff e Puccini. Teatro. R$ 6,00; R$ 3,00 (usuário matriculado, idosos e estudantes com carteirinha). Grátis (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
Dia(s) 04/03 Sexta, às 21h
SESC Ipiranga

Wednesday, March 02, 2005

João Carlos Martins na rádio cultura

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Uma ótima notícia para quem aprecia música erudita, a partir desse domingo estréia um novo programa na rádio Cultura FM (103.3 MHz) chamado "A Escolha é Sua". Parece-me interessante, visto que ele confrontará interpretações diferentes de peças, anunciando quais intérpretes tocarão, mas não qual peça é de qual, cabendo ao ouvinte tentar descobrir de quem é cada peça e qual foi a mais convincente. Também ele abordará fatos da história da música em seu programa.

Veja mais sobre João Carlos Martins e o seu novo programa em artigo da própria rádio Cultura.

Code as Design

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Três ensaios extremamente interessantes a respeito de como codificar é um processo de projetar (design) o software podem ser encontrados em Code as Design: Three Essays by Jack W. Reeves. Cada vez mais eu concordo com o autor, basta você tentar criar um novo sistema de maior porte para ter a experiência.